Em economias desenvolvidas, 95% da moeda em circulação é criada por instituições financeiras privadas

Um artigo de opinião publicado recentemente pelo World Economic Forum aponta um dado interessante: em economias desenvolvidas, 95% da moeda em circulação é criada por instituições financeiras privadas. Governos e bancos centrais não controlam diretamente o volume da moeda(-crédito) na economia. Esse processo de criação monetária “privada” não é, contudo, uma fraude.

O PRESTAMISTA INTERNACIONAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA PARA PAÍSES EMERGENTES: UM CONTRATO DE SWAP CAMBIAL?

Por que os maiores países emergentes da América Latina e da Ásia não recorreram a organizações internacionais para responder à crise de 2008? Durante a década de 1990, esses mesmos países constituíram e se valeram de acordos monetários regionais e multilaterais. No entanto, em 2008, houve uma mudança de política e de desenho institucional das … Continue lendo O PRESTAMISTA INTERNACIONAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA PARA PAÍSES EMERGENTES: UM CONTRATO DE SWAP CAMBIAL?

Como Interpretar as Normas Emitidas pelo BACEN e CMN? Uma Resposta a Partir da Evolução do Modelo de Estado Brasileiro

Este ensaio identifica referenciais preferenciais para a interpretação do marco regulatório do setor bancário brasileiro. O texto parte da transição do modelo de Estado brasileiro nas últimas duas décadas e dos seus reflexos sobre o direito administrativo bancário. O argumento apresentado é o de que o intérprete do marco regulatório bancário deve guiar-se a partir de uma perspectiva que defino como teleológica e insularizada, porém limitada pelas normas e princípios constitucionais que resguardam as liberdades individuais dos agentes privados ante o arbítrio do Estado.

Como as mulheres podem contribuir com a produtividade econômica global?

No âmbito da discussão sobre gênero, o Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou um estudo, em março de 2016, no qual se analisa a ligação entre diversidade de gênero em cargos corporativos e o rendimento de duas milhões de companhias europeias. O relatório deixa claro que o debate sobre diversidade é importante. Apesar de analisar poucas variáveis, apresenta conclusões que nos fazem refletir sobre o empoderamento das mulheres no setor corporativo e quais são os benefícios relacionados.

O “efeito Trump” na taxa de juros: como irá reagir o Copom?

A atual ascensão de lideranças políticas populistas conservadoras pode significar uma alteração do paradigma monetário, com aumento da taxa de juros. A recente decisão do Copom traz um discurso otimista em relação à conjuntura internacional, que parece não mais se compatibilizar com as recorrentes declarações de algumas autoridades estrangeiras. Resta aguardar as próximas decisões do Copom para verificar os impactos da concretização dessa mudança de paradigma internacional na política monetária nacional.

Moedas virtuais e blockchain: Desafios tecnológicos para a indústria bancária e da regulação pelo direito

Realizamos na manhã do dia 07 de novembro o primeiro evento do Grupo Moeda e Finanças, no auditório arcadas da Faculdade de Direito da USP. Com o nome de “Moedas virtuais e blockchain: desafios tecnológicos para a indústria bancária e da regulação pelo direito”, o evento contou com a participação do Andrea Cattaneo, Head do BNP Paribas Securities Services no Brasil, e da Profª. Camila Villard Duran, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e fundadora do Grupo Moeda e Finanças.