Mercado de capitais supera BNDES

Segundo levantamento do Centro de Estudos do Instituto Ibmec (CEMEC), divulgado em matéria do Valor Econômico, o mercado de capitais superou pela primeira vez em dez anos o financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com 18,8% do saldo de financiamento corporativo, o mercado de capitais doméstico aumentou dois pontos percentuais em relação a 2015, ultrapassando o total do financimento realizado pelo BNDES (17%).

Em economias desenvolvidas, 95% da moeda em circulação é criada por instituições financeiras privadas

Um artigo de opinião publicado recentemente pelo World Economic Forum aponta um dado interessante: em economias desenvolvidas, 95% da moeda em circulação é criada por instituições financeiras privadas. Governos e bancos centrais não controlam diretamente o volume da moeda(-crédito) na economia. Esse processo de criação monetária “privada” não é, contudo, uma fraude.

O PRESTAMISTA INTERNACIONAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA PARA PAÍSES EMERGENTES: UM CONTRATO DE SWAP CAMBIAL?

Por que os maiores países emergentes da América Latina e da Ásia não recorreram a organizações internacionais para responder à crise de 2008? Durante a década de 1990, esses mesmos países constituíram e se valeram de acordos monetários regionais e multilaterais. No entanto, em 2008, houve uma mudança de política e de desenho institucional das … Continue lendo O PRESTAMISTA INTERNACIONAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA PARA PAÍSES EMERGENTES: UM CONTRATO DE SWAP CAMBIAL?

Como Interpretar as Normas Emitidas pelo BACEN e CMN? Uma Resposta a Partir da Evolução do Modelo de Estado Brasileiro

Este ensaio identifica referenciais preferenciais para a interpretação do marco regulatório do setor bancário brasileiro. O texto parte da transição do modelo de Estado brasileiro nas últimas duas décadas e dos seus reflexos sobre o direito administrativo bancário. O argumento apresentado é o de que o intérprete do marco regulatório bancário deve guiar-se a partir de uma perspectiva que defino como teleológica e insularizada, porém limitada pelas normas e princípios constitucionais que resguardam as liberdades individuais dos agentes privados ante o arbítrio do Estado.